A TransformaÁo dos Animais em Comida 

 

Porque Vegan 

 

 

A COMPETIÇÃO na produção de carne, ovos e laticínios mais baratos levou a agroindústria a uma visão na qual os animais são "commodities" e não seres viventes e sencientes.  

Hoje, os porcos, assim como as galinhas e perus, raramente vÍem a luz do dia e seus pÈs nunca tocam a terra, muito menos chafurdam na lama.    -Washington Post,  NC Mega-Hog Farm Runs Afoul of Neighbors 12/22/96 

Quase todas as leis contra crueldade com os animais nos EUA efetivamente isentam as "práticas agriculturais padrão".  Estas práticas padrão resultam em um tremendo sofrimento, uma parte do qual é documentada aqui.  
 

Crueldade Institucionalizada: Fazendas-Fábricas de Suínos

A TÊNDENCIA MUNDIAL na agroindústria tem sido substituir as fazendas familiares, como as que podem ser vistas numa viagem por estradas rurais, por fazendas corporativas usando sistemas de confinamento intensivo. Mais de 90% dos animais de fazenda nos EUA são criados em confinamento intensivo. Basta somente passar os olhos em jornais da agroindústria para ver que os sistemas intensivos são promovidos e defendidos como sendo necessários para a produção de carne de baixo custo. 
 

 

Devido ao fato de que um animal morto não tem utilidade para a agroindústria, as pessoas tendem a acreditar que os animais nas fazendas são bem tratados. Esta idéia é falsa. A superpopulação de animais em condições não naturais faz com que muitos morram mas, no total, o retorno da produção é maior. A National Hog Farmer diz: "Superpopular  porcos compensa, se gerenciado adequadamente." (15/11/93).   
Bernard Rollin, PhD, afirma que "é muito eficiente economicamente colocar um grande número de aves numa gaiola, aceitando menor produtividade por ave mas maior produtividade por gaiola...animais individuais podem 'produzir', por exemplo, ganhar peso, em parte porque estão imóveis, embora sofram pela impossibilidade de movimentação... as galinhas são baratas, as gaiolas são caras." (Bernard Rollin, PhD, Farm Animal Welfare, Bem-estar dos animais em fazendas, Iowa State U Press, 1995).   
Para que a comida não seja desperdiçada por atividades desnecessária, os animais nos sistemas intensivos são mantidos em locais fechados com centenas a dezenas de milhares de outros animais, em jaulas ou baias com pouco espaço para movimentação, geralmente em construções sem janelas.  Eles também não recebem sequer o conforto de uma "cama", pois a palha interfere com sistema de limpeza (Rollin, 1995). 
 

Os animais são modificados através de engenharia genética pela criação seletiva e particionamento de genes, são administrados hormônios, e sua alimentação e luminosidade ambiente são manipulados para um crescimento maior e mais rápido.   
A enorme quantidade artificial de carne em seus corpos causa dor e inflamação nas juntas, as quais são agravadas pelo fato dos animais de fazenda passarem suas vidas em pisos de concreto, chapas ou gaiolas de metal (Am J Clin Nutr, 1994, 59:1110S-6S).

Galinhas poedeiras confinadas. A galinha ý direita teve seu olho arrancado.

Os modernos antibióticos e vacinas são a razão pela qual os animais sobrevivem às condições intensivas até que atinjam o peso de mercado (ou tornem-se "gastos", o termo utilizado para vacas leiteiras ou galinhas poedeiras cuja produção cai e são enviadas para o matadouro). 
As doenças são avassaladoras nos sistemas intensivos e muitos animais morrem devido à essas condições de vida.  Em um estudo, a porcas em época de amamentação apresentaram uma taxa de mortalidade de 19.8% (Pig Intnl Abr/91). 
Altas concentrações de amônia dos excrementos queimam as vias nasais dos animais e causam doenças respiratórias (Poultry Health and Management, Gerenciamento e Saúde das Aves, 1992). 
Os animais nas fazendas-fábricas estão sujeitos aos extremos de temperatura, especialmente se os sistemas de controle nos galpões estiverem com defeito. Num exemplo, mais de 2 milhões de galinhas morreram de calor em julho de 1993 (Las Vegas Review-Journal, 1/8/93). No Novo México, centenas de novilhos morreram congelados durante uma nevasca (Associated Press, 12/25/97). 

 

Vários procedimentos em animais de fazenda podem produzir dor aguda que se prolonga por horas ou mesmo dias. 
Devido às considerações econômicas, eles não recebem analgésicos (Pain in Animals, Dores em Animais, Charles Short, Ed. 1992). 
Por exemplo, o gado é marcado várias vezes durante sua vida (causando queimaduras de terceiro grau), chifres são removidos, castrações pelo corte dos testículos com facas ou forçando sua queda amarrando-os para interromper o fluxo sangüíneo. Mais uma vez, por razões econômicas, tudo é feito sem anestesia (Rollin, 1995). 
 

CrianÁas ajudando a marcar uma vaca. 

 

 

Os animais sempre são manejados rudemente "no muque" ou ao estilo "cowboy".  Os tratadores geralmente quebram as asas das galinhas quando pegam várias aves e as entulham em pequenas gaiolas nos caminhões de transporte.

 

 

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