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Animals, cont.
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3
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Transporte |
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O trauma infligido pelas fazendas-fábrica e pelo transporte pode resultar em "baixas" (downers)-- animais muito doentes ou fracos para caminhar, mesmo quando açoitados ou empurrados com varas de eletrochoque. |
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Today's Marketplace, 8/Junho/1996
Nas áreas de armazenamento
temporário, animais vivos acabam sendo guinchados por
correntes para a "pilha dos mortos", onde são
abandonados. Há aproximadamente 350.000 baixas
de vacas leiteiras a cada ano (Feedstuffs 4/10/95).
Eu tenho falado com negociantes que têm feito transportes de animais desde Montana até o leste da Pensilvânia sem parar para dá-los alimento ou água. -
Gene Bauston, M.S., Economia da Agricultura, Cornell U.,
1997
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Para cada vaca leiteira que sobrevive por 4 a 5 anos até que sua produção de leite decline para níveis não lucrativos, ela e mais 3 ou 4 filhotes serão abatidos. Para cada ovo comido, uma galinha deve viver em uma gaiola por aproximadamente 30 horas. |
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Eu vi - com meus próprios olhos - animais inocentes terem sua cabeça perfurada com uma pistola pneumática, duas, três vezes. Então vinha um homem e cortava a garganta da vaca. Baldes de sangue jorravam. Foi horrível -- os animais se contorciam e gritavam. Um homem saiu de uma sala afiando sua faca e disse para tomar cuidado com as vacas que caem das correntes e atacam os trabalhadores. - Mike Luce, após visitar um
matadouro em Grant City, IL, Abril de 1997.
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Se os Matadouros tivessem paredes de
vidro... -
Meat and
Poultry (Carne e
Aves) Set.87
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George Bernard Shaw, Living Graves
(Sepulturas Vivas).
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Estas grandes operadoras de abate estão preocupadas basicamente com produtividade e lucro. Elas não se preocupam com os efeitos sobre os animais. É como se elas não estivessem nem mesmo matando animais. Elas estão "desmontando-os", processsando matéria-prima numa operação de produção. -
Dave Carney, National Joint Council, conforme descrito em
Slaughterhouse
(Matadouro), 1997
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Métodos Comuns de Abate de Mamíferos: Pistola Pneumática: Uma "pistola" é encostada na cabeça do animal e uma vareta metálica perfura seu cérebro. Acertar um animal que se debate é difícil e o pino sempre erra o alvo ou não penetra o suficiente para causar inconsciência (Meat & Poultry, Mar.97), causando uma dor enorme. Choques na
cabeça: Um
atordoador elétrico é utilizado para produzir
um ataque e a garganta do animal é cortada,
deixando-o sangrar até a morte. Numa pesquisa
da USDA, Temple Grandin, PhD, afirma, "Uma amperagem
insuficiente pode fazer que o animal fique paralizado sem
perder a sensibilidade." (Survey of Stunning and
Handling, Pesquisa
em Atordoamento e manejo, Ag Res Serv/ USDA, 7/1/97).
Um abatedouro de suínos estava usando somente 60% da
amperagem considerada necessária para causar
inconsciência. A inconsciência
através de choques na cabeça é
reversível e os animais podem recuperar o sentidos em
segundos (Meat
& Poultry, Jan
87). Abate Ritual: Os animais estão totalmente conscientes quando suas jugulares são cortadas. É presumido que o animal ficará inconsciente em 5 segundos, mas freqüentemente isso não ocorre (Toronto Star, 27/10/91). Alguns matadouros prendem o animal por uma perna e penduram-no de cabeça para baixo antes que suas gargantas sejam cortadas, resultando em danos dolorosos dos tecidos em 50% das vezes e, em algumas vezes, crises de vômito (Int J Stud Anim Prob 1(6)). Algumas fábricas substituiram o método de "prender e pendurar" por outros, mas outros matadouros dizem ser esse método mais eficiente.
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O investigador
humanitário Gail Eisnitz escreve em Slaughterhouse (1997) sobre as
violações generalizadas ao Humane Slaughter
Act (Ato de Abate
Humanitário). Uma história
típica: "Era uma fábrica onde onde
suínos ficavam gritando, balançando pendurados
por uma perna nos ganchos enquanto os trabalhadores
interrompiam suas tarefas nos intervalos de meia hora para o
almoço; onde os atordoadores davam choques
três, quatro vezes nos porcos... onde milhares de
suínos eram imersos vivos e gritavam nos tanques de
água fervente." |
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De acordo com Steve
Cockerham, um inspetor de matadouros da USDA em Nebraska e o
ex-veterinário da USDA Lester Friedlander, alguns
matadouros dos EUA rotineiramente esfolam o couro do animal
vivo, jogam os porcos vivos em água fervente e
cometem outros abusos em animais ainda conscientes de forma
a não reduzir o ritmo da linha de
produção. Afirmam que a lei federal que
requer que os matadouros abatam os animais humanitariamente
antes de desmembrá-los é ignorada na medida em
que as fábricas crescem. Cockerham relata que
sempre viu os trabalhadores deceparem as patas, orelhas e
tetas do gado ainda consciente na linha
produção, após a pistola de abate
falhar. "Eles ainda piscavam os olhos e se mexiam. Era
algo repugnante de se ver," ele disse. (Reuters,
2/4/98). |
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Métodos comuns de abate de aves: Ä Investigadores do Farm Sanctuary (Fazenda Santuário) registraram em vídeo frangos completamente conscientes sendo degolados. Após isso eles são jogados em um recipiente para sangrar. Alguns frangos escapam do recipiente e perambulam pelo matadouro sangrando até morrer (Humane Slaughter?, Abate Humanitário?, Los Angeles slaughterhouse, Matadouro de Los Angeles, 1990; em vídeo disponível através do Vegan Outreach). Ä 120mA é a corrente necessária para a indução de crise cardíaca a qual não apenas assegura inconsciência, mas também a morte em 90% dos frangos (Rollin, 1995). Entretanto, esta corrente pode danificar as carcaças das aves, de modo que correntes menores são normalmente usadas (Meat Processing, Processamento de Carne, Abr. 97). Aves fracamente desmaiadas sofrem "dor intolerável", diz um pesquisador em Turkeys, Perus (Out.90). Milhões de aves ao ano não morrem antes de chegarem ao tanque de escaldamento e são cozidas vivas (Poultry Slaughtered, Condemned, & Cadavers, Aves Abatidas, Condenadas e Cadáveres, USDA, Jun 94).
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A National Turkey Federation (Federação Nacional do Peru) é contrária ao abate humanitário porque "isto sujeitaria potencialmente os processadores de perus a um novo conjunto de regulamentações dispendiosas". (Turkey World, Mundo do Peru Abr/Mai 93). Numa carta datada de 15/12/92, o Dr. J. Brice do Comitê de Bem-Estar Animal da Associação Médica Veterinária Americana diz que "o baixo valor econômico das galinhas poedeiras torna difícil a justificativa de métodos de abate de mais alto custo".
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Você acaba de jantar e, por mais distante que o matadouro esteja estabelecido a milhas de distância, ainda há a cumplicidade. -
Ralph Waldo Emerson, Fate, Destino.
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E sobre os peixes? |
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Um número
significante de peixes estão sendo criados atualmente
em tanques. Uma empresa japonesa está
atualmente testando um hormônio artificial
desenvolvido que acelera o crescimento dos peixes
(Feedstuffs, 3/3/97). |
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